REDISTRIBUIÇÃO DE RENDA E RECONHECIMENTO IDENTITÁRIO NO CONTEXTO DAS MULHERES CAMPONESAS FRENTE À CF/88

Neusa Schnorrenberger

Resumo


É sabido que até o momento da promulgação da Constituição Federal de 1988 as mulheres camponesas não possuíam reconhecimento indenitário dentro do Estado Brasileiro. Elas enfrentavam diversas e enormes dificuldades em serem visibilizadas, sendo quase inexistentes direitos de cidadania como uma atuação mais representativa na esfera econômica e política no período. Porém a situação das mesmas apenas muda com o advento constitucional de 1988, com a forte influencia dos movimentos das camponesas, obtendo deste modo a instituição de direitos de reconhecimento e visibilidade frente a família, ao Estado e a sociedade.O presente trabalho científico ocorre por meio de um estudo bibliográfico, histórico, doutrinário e de legislações e normas constitucionais. O estudo pretende analisar quais avanços as mulheres agricultoras obtiveram com a Constituição Federal de 1988 referentes ao reconhecimento identitário e a distribuição de renda. Para alcançar o objetivo exposto, este estudo abordará primeiramente a desigualdade e diferença como uma análise das identidades femininas, em segundo momento a constituição das identidades das mulheres camponesas a partir dos movimentos do campo e por último abordar-se-á a redistribuição e reconhecimento identitários das camponesas frente a Constituição de 1988.

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